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O Coronel quer ser Reitor
*por Igor Ventura
Em Pedra Branca, cidade onde o vento levanta poeira e boatos na mesma proporção, havia um sujeito conhecido por muitos nomes — mas bastava dizer O Coronel Universitário que todos sabiam de quem se tratava. Não era apelido dado à toa: ele parecia estar em toda parte onde houvesse influência ou silêncio conveniente.
A crônica sobre um sujeito improvável
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| Foto: Agência Sertão |
*por Herberson Sonkha
Tem-se lido, assistido e escutado, com uma insistência quase litúrgica, uma tese que se pretende verdadeira: a elegante narrativa da terra arrasada. Não se trata de um fenômeno natural, desses que devastam lavouras ou alagam cidades; é algo mais sofisticado, produzido nos laboratórios discursivos de certa intelligentsia ressentida. Na UESB, essa narrativa ganhou corpo, voz e, curiosamente, um porta-voz que insiste em performar o papel de sujeito crítico enquanto opera, na prática, como seu oposto.
Rompi, logo permaneço
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| Imagem: Guia do Estudante |
*por Herberson Sonkha
Dizem que o espírito esportivo nasceu com Pierre de Coubertin (Jogos Olímpicos da Era Moderna em 1896), mas, se ele tivesse passado uma temporada nos corredores de uma universidade pública brasileira, talvez tivesse acrescentado um adendo à sua teoria: o fair play é uma ficção elegante quando confrontado com a vocação humana para a conveniência.



